sábado, 11 de dezembro de 2010

Como fazer o design de um cartão de visita perfeito [Parte 1]


O blog Webdesigner Depot divulgou um artigo muito interessante sobre cartões de visita. O artigo é em Inglês. Se quiser, você pode ler o artigo original.
Sabemos que o cartão de visita é importantíssimo para a imagem da marca de uma empresa ou marca pessoal. Por isso, é importante que prestemos muita atenção em como desenhar um cartão de visita. A boa primeira impressão é fundamental. Vamos ver alguns itens que devemos levar em consideração para o design de um excelente cartão de visita.
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O cartão de visita é potencialmente um excelente material para a marca de uma empresa ou profissional. O texto do cartão deve apresentar somente informações básicas e objetivas. As imagens deverão ser tratadas com cuidado. Elas devem mostrar às pessoas todas as qualidades da empresa ou do profissional. Como dizem por aí: “uma imagem vale mais do que mil palavras”.
Mas o que quer dizer “design perfeito”? Devido à grande quantidade de tipos de negócios e suas necessidades, é muito difícil definir o que é “perfeito”. O que funciona para alguns tipos de marcas, para outras não. Você tem que usar a criatividade em cima de um cartão de visita básico e entender sobre o campo de atuação da empresa do seu cliente. Existem várias maneiras de capturar a essência da empresa e a atitude que você quer transmitir no seu design.

O profissional

Para transmitir a ideia de profissionalismo, o cartão de visita deve ser claro, limpo e com um design minimalista. A apresentação deve ser clara, com poucas distrações. “Barulho” é ótimo às vezes, mas você precisa saber em que momentos pode fazer “barulho”, e este não é um deles. Para mostrar ao seu cliente que você é profissional, entre, apresente o seu trabalho, e termine. Rápido e objetivo.

Elementos a serem inclusos

Alguns elementos que podem transmitir a ideia de profissionalismo são as fontes da família sans serif, muitos espaços em branco e talvez alguns efeitos de relevo. “Polidez” é a palavra-chave, então a seleção da fonte deve ser justamente assim. As fontes san serif dão clareza, elegância, encaixando perfeitamente nessa abordagem de profissionalismo. Tenha certeza de que o espaçamento entre as letras seja bom. Aproveite bem o espaço em branco deixando com que o texto e as fontes façam o seu trabalho. Finalize o cartão de visita com uma bela impressão tipográfica, ou até mesmo usando um efeito de alto relevo. A polidez com que você faz o design do cartão de visita mostrará que você é um ótimo profissional.

Cores a serem utilizadas

Cores são um outro aspecto a ser considerado. Use apenas uma ou duas cores, para proporcionar um design minimalista. Coloque a maior parte do trabalho no texto, isso fará com que o design seja simples. Tenha isso em mente e escolha as cores que transmitem profissionalismo e que melhor se encaixam no estilo de negócio do seu cliente.
  • O branco clássico transmite pureza e sugere clareza de missão e de proposta.
  • Marrom causa a impressão de estabilidade.
  • Cinza simboliza praticidade.
  • Vermelho também pode ser uma boa escolha; ela comunica paixão pela sua marca.
Gostou? Esta é apenas a primeira parte da série. No total serão seis artigos. Aguarde! Aproveite o seu espaço para comentar.

sábado, 4 de dezembro de 2010

Rumo ao sucesso

Rumo ao sucesso

por Da Redação
Pesquisa mostra os principais entraves para o desenvolvimento das famílias empresárias no Brasil e aponta caminhos para o crescimento
Trabalhar em família nem sempre é fácil. A maior dificuldade está em separar o papel de familiares, gestores e sócios. Buscando entender melhor o comportamento dos empresários brasileiros, foi realizado o estudo “Tornando-se uma Família Empresária”. Conduzida pela höft, consultoria que há 35 anos orienta famílias empresárias no processo de sucessão e continuidade, a pesquisa teve como objetivo mapear as práticas adotadas pelas empresas familiares brasileiras na condução dos negócios e na preservação do patrimônio.
Sócios e membros de cerca de 170 famílias empresárias foram entrevistados, sendo a maioria (74%) da região Sudeste e integrantes da segunda geração das companhias (58%). O coordenador da pesquisa, Wagner Teixeira, diretor-geral da höft, explica que as famílias empresárias se caracterizam por possuírem três sistemas em constante interação: a família, o patrimônio e a empresa. “A evolução em cada um dos sistemas e o planejamento da sucessão de maneira integrada levará à continuidade da empresa”, afirma o consultor. O questionário buscou avaliar as práticas implantadas em cada um dos três sistemas.
Um dos passos mais importantes para garantir a continuidade é registrar a história da família empresária, preservando o legado dos fundadores, o que é determinante para a coesão e a identidade familiar. A pesquisa mostrou que 79% das famílias empresárias ainda não possuem um registro formal de sua origem e história.
Outro dado se refere ao patrimônio: 91% ainda não possuem órgãos representativos dos familiares, que deliberem sobre os rumos dos negócios. A ausência de um canal estruturado e formal de comunicação pode acabar interferindo na gestão, como acontece em 88% das empresas. Além disso, 79% não formalizaram nenhum acordo ou protocolo societário que regule as relações entre família e empresa. Essa carência de critérios ou regras tem sido um grande obstáculo para a continuidade, pois a indefinição pode ser foco de divergências entre sócios e familiares.
Em relação à empresa, é preciso deixar claro que a transparência nas informações reforça a confiança, o comprometimento e a legitimidade dos gestores. É preciso atentar também para o fato de que o modelo de sociedade utilizado na primeira geração nem sempre se transfere para a segunda e deve ser discutido até que se chegue ao formato ideal. No universo representado na amostra, apenas 7% possui um planejamento de sucessão e continuidade com a participação de todos os envolvidos. E é onde ocorre um dos principais desafios para a maioria das empresas familiares, que é mudar de um processo decisório individual – em que o dono toma a maioria das decisões sozinho – para um novo modelo que considere os interesses coletivos.
A pesquisa mostrou também que as empresas familiares têm sido fonte de inúmeros ensinamentos, que podem ser colocados em prática por todo tipo de organização. Valorizar o indivíduo, envolver as pessoas na cultura da empresa e prezar pela transparência são características cada vez mais valorizadas nos ambientes corporativos. “Planejar sua sucessão e continuidade é muito mais do que cuidar só da empresa. O segredo está em considerar as necessidades e anseios de cada membro da família empresária e trabalhar de forma conjunta, preservando o patrimônio e deixando um verdadeiro legado para as gerações seguintes.”, conclui Teixeira.
Lições de sucesso das famílias empresárias:
- cuidar do capital humano da família empresária, sua formação e desenvolvimento;
- promover a cultura de família empresária;
- estudar e planejar a sucessão na perspectiva dos três sistemas: família, patrimônio e empresa;
- pensar e agir como se fosse uma empresa de capital aberto, com responsabilidade e transparência.
Números sobre a família empresária brasileira
- 50% está vivendo sua primeira transição de gerações;
- 89% não possuem instrumentos formais para administrar eventuais conflitos e divergências entre familiares;
- 79% ainda não formalizaram acordo ou protocolo societário que regule as relações entre família e empresa;
- 88% não possuem canais de comunicação para os sócios;
- 79% não possuem um registro formal sobre sua origem e história;
- 35% remuneram executivos com base em critérios de mercado e não familiares;
- Em 56% existem relações respeitosas entre executivos, sócios e familiares.
- Em 47% delas, a cultura organizacional reflete os valores de origem da família.

Sociedade: o primeiro passo para o sucesso é a escolha de seu parceiro

Sociedade: o primeiro passo para o sucesso é a escolha de seu parceiro

Por Jair Gevaerd
A proverbial cordialidade do brasileiro convive pessimamente com a assertividade frontal que é essencial na negociação de uma sociedade. Pela enorme dificuldade que temos para questionar, objetiva e impessoalmente, a real aptidão nossa ou do outro para a sociedade, é comum que prefiramos escolher amigos, pais e irmãos como parceiros de negócio do que enfrentar a sempre difícil busca pelo sócio ideal. Amigos e parentes, justamente por essa condição, tratam-se com uma complacência que não pode existir nos negócios. É simples: estimamos nossos amigos por qualidades que, às vezes, só nós enxergarmos, pouco importando seu passado de crédito, as dívidas com o imposto de renda ou as dificuldades de comprometimento com tarefas empenhativas. Mas quando se trata de pesquisar um futuro sócio, tudo é diferente. Em geral, confundir esses claros limites implica o fim da amizade e a ruína da empresa.
Para garantir um futuro negócio de sucesso é necessário conhecer a história pregressa de seu sócio, nos planos pessoal, familiar, comercial, creditício e patrimonial, bem como suas reais características vocacionais, sua capacidade de aportar capital e disponibilidade para o trabalho. Algumas respostas, ademais, podem esclarecer muito sobre o que esperar de um futuro sócio. Por exemplo: há disposição de exibição, recíproca, de certidões negativas de toda ordem? Houve uma conversa franca e profunda acerca das expectativas recíprocas quanto ao negócio? Quais os pontos de concordância quanto aos cuidados que devem anteceder e permear a sociedade? Como você e seu sócio costumam reagir a problemas e impasses? Há diferenças culturais, sociais, econômicas ou de outra ordem entre vocês? Como tais diferenças podem influenciar no relacionamento futuro? Vocês conhecem e aceitam, reciprocamente, as respectivas listas de pretensões inegociáveis, face à sociedade? Em que circunstâncias e condições vocês concordariam com a saída de um dos sócios? E, nesse caso, como cada um se comprometeria a agir para evitar concorrências predatórias e danos desnecessários?
Os cuidados não começam, propriamente, na escolha do outro sócio, mas na análise honesta das verdadeiras razões que levam alguém a associar-se. Por que desejo associar-me? É possível desenvolver a mesma atividade sozinho ou através de um vínculo contratual menos empenhativo que o da sociedade? Qual a real vantagem que a associação me trará? O medo, o despreparo e a busca de amparo ante as naturais angústias de um projeto empresarial estão descartados como causa da associação? Esgotado o autoquestionamento, decidida a associação e escolhido, criteriosamente, o sócio, trata-se de detalhar, no contrato, as garantias de preservação de condições ideais de permanência na sociedade e, para o caso de retirada, ajuste de condições justas de apuração de haveres.
É sempre bom lembrar que todas as questões negligenciadas no momento zero da associação costumam reapresentar-se, com gravidade redobrada, justamente nos momentos de crise societária. Há, portanto, instrumentos contratuais aptos a garantir lucratividade e segurança a praticamente qualquer tipo de ajuste entre sócios, sejam minoritários, investidores ou incorporadores de know-how, marcas, patentes etc. O fundamental é fugir dos contratos-padrão e buscar uma consultoria capaz de identificar as necessidades particulares de cada tipo de sócio. Afinal, um bom contrato social deve harmonizar os interesses de diferentes parceiros.
Jair Gevaerd é advogado especialista em sociedades e autor do Livro Manual do Sócio (Editora Íthala)

Dicas para fomentar seu email marketing

Dicas para fomentar seu email marketing

por Ricardo Ramos
Ao participar do planejamento, criação, execução ou análise de campanhas de email marketing, você se torna um elemento importante para os bons rendimentos de sua empresa. Afinal, as campanhas de email marketing, além de terem impacto direto nas vendas, são essenciais para conquistar novos clientes e fidelizar a base já existente.



Utilizar bem o email marketing não é somente disparar mensagens para sua base de dados. É algo mais: prática e habilidade. Campanhas mal estruturadas têm resultados opostos ao esperado e acabam afastando as pessoas que se propunham a conquistar. Por isso, um bom uso das estratégias e tecnologias disponíveis é essencial para se destacar da concorrência. Por isso, apresentamos aqui algumas dicas para você usar ainda melhor o email marketing e aumentar o potencial de negócios, a cada clique.    



Em primeiro lugar, um dos processos em que é preciso prestar muita atenção é o A/B Test ou Teste A/B, ou seja, o teste de retorno da campanha. O método propõe o envio de duas peças de e-mail marketing a pequenas partes do mailling, antes mesmo do start-up definitivo. O teste avalia a melhor performance, por exemplo, da linha de assunto ou do conteúdo do email. Isso possibilita enviar definitivamente a peça que obtiver o maior retorno.



Por isso, em vez de apostar todas suas fichas no lançamento de uma campanha, considere testar seus conceitos através deste processo. E, se necessário,  a partir dos resultados apresentados reveja suas ações e retorne ao estágio de planejamento. Caso contrário, você poderá gastar recursos sem garantias de retorno sobre o investimento.



Outra estratégia igualmente valiosa é a Co-registration. Significa compartilhar com parceiros de negócios, informações coletadas através de formulários de cadastro.



Por meio da co-registration, o usuário fornece seus dados em troca de algo valioso para ele, que pode ser um white paper ou integrar o mailling de uma newsletter semanal, por exemplo. E, diante disto, nada melhor que reunir empresas com conteúdo a agregar e serviços a oferecer, como objetos de persuasão. As empresas, em face de um acordo pré-estabelecido, recebem os cadastros compartilhados, contam com a alta relevância de cadastramentos espontâneos e pré-validação diante de double opt-in.
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Todo o processo deve ser claro para o usuário, ou seja: ele deve ser informado que os dados coletados serão compartilhados com os parceiros, sempre evidenciados. Também deve existir a opção para o usuário decidir se deseja que seu cadastro seja compartilhado.



E que vantagens a co-registration pode trazer? Apresentando nosso próprio website como case, detectamos que 64% dos usuários, no momento do cadastro, optam por receber informações dos parceiros apresentados. Pense nisto com uma forma de impulsionar o crescimento de sua base opt-in. Proponha este modelo a parceiros que possam agregar relevância ao seu negócio e possam também ter sua relevância incrementada com o oferecimento dos produtos ou serviços de sua empresa. 



Em qualquer estratégia para melhorar o uso do email marketing, os emails transacionais não podem ficar de fora. Este processo propõe a prepararação de  mensagens personalizadas, enviadas automaticamente para cada um de seus clientes. O envio se dará a partir de um critério ou um conjunto de critérios pré-estabelecidos de forma estratégica, para que o conteúdo da mensagem seja sempre relevante e adequado ao perfil dos diferentes destinatários. 



Apresentado nossa plataforma de email marketing como case, em média, 14% dos usuários respondem a  emails transacionais agradecendo pelo atendimento pró-ativo ou relatando dificuldades anteriormente não reportadas. Utilizamos este feedback para melhoria contínua do produto e para fidelização.



Apesar de ainda pouco discutido, o conceito de email transacional pode ser encontrado em diversos formatos, tais como: oferecimento de produtos de interesse do usuário, mediante histórico de navegação ou compras; notificação sobre disponibilidade de produtos; comunicado para reativação de clientes e envio de agradecimentos, entre vários outros.



Independentemente da estratégia utilizada, prestar atenção às necessidades de clientes cada vez mais exigentes e dinâmicos na forma de se relacionar com você é fundamental para a gerência de qualquer negócio. Oferecer a eles um atendimento de baixo nível é perder oportunidades para concorrentes que atendem com mais qualidade que você. Use bem o email marketing e ganhe mais sucesso e visibilidade em suas ações.
Ricardo Ramos é CIO da Virid Interatividade Digital, empresa especializada em soluções e serviços de email marketing. 

Cresce uso de redes sociais pelas empresas

Cresce uso de redes sociais pelas empresas

por Agência Sebrae
Normalmente utilizadas para relacionamentos interpessoais, redes como Orkut e Facebook se tornam instrumentos de marketing e vendas
Os negócios estão entrando na era digital para valer no Brasil. As redes sociais (Facebook, Orkut, Twitter, blogs, entre outras), tradicionalmente utilizadas como ferramentas de relacionamento entre internautas, estão se transformando em importante mídia para marketing e vendas. No Brasil, já há exemplos de empresas que investem nas oportunidades geradas pelas relações digitais visando ao aumento de faturamento e captação de clientela.
Pesquisas pontuais procuram dimensionar o potencial e adoção das redes sociais como fontes de negócios no País, mas os resultados ainda são incertos. Estudo de uma multinacional de software divulgado recentemente apontou os empresários brasileiros como os que mais utilizariam as ferramentas da chamada web 2.0 para fazer negócios, entre um grupo de 17 países. Brasil, Índia e Espanha, classificados pelo estudo em primeiro, segundo e terceiros lugares, teriam índices acima de 90% nesse quesito. 
Por outro lado, pesquisa nacional de uma agência especializada em comunicação digital concluiu que pouco menos de 36% das empresas nacionais estariam nas redes sociais (o estudo ouviu 250 empresas brasileiras). O tema, portanto, permanece carente de estudo mais aprofundado, embora não reste dúvida de que essas redes são vistas cada vez mais como potenciais canais de negócios.
Contato permanente
A Nasajon Sistemas, empresa carioca do segmento de Tecnologia da Informação (TI), é um caso típico de aposta antiga na inovação e negócios digitais. No mercado há 28 anos, o empreendimento foi criado e idealizado por Claudio Nasajon com o objetivo de desenvolver soluções voltadas à gestão empresarial. “Ele apostou na era digital”, resume Cristina Corrêa, gerente de marketing da empresa.
No início, a Nasajon Sistemas era apenas uma microempresa que acreditava na tecnologia revolucionária dos computadores e utilizava impressoras matriciais e formulários contínuos em papel. Todas as informações eram processadas pelo computador, desde o início, de acordo com a gerente. Hoje, a empresa conta com 150 funcionários e atende a cerca de 15 mil clientes em todo o País, a maioria de pequeno e médio portes, segundo Cristina.
As redes sociais são canais de relacionamento, monitoramento e vendas da empresa. As ferramentas da web 2.0 – blogs, Twitter, Facebook, Orkut, Youtube, entre outros – fazem parte de sua rotina e ditam até o perfil de seus colaboradores. Segundo Cristina, as redes são fundamentais não só para captar novos negócios, mas também para estreitar, facilitar e agilizar o relacionamento com os clientes.
Legislação e negócio 
A percepção de Claudio Nasajon transformou o excesso de burocracia em oportunidade. Em decorrência das frequentes mudanças das legislações federal, estaduais e municipais, que afetam diretamente a administração e a contabilidade das empresas, a Nasajon se especializou em oferecer soluções de TI atualizadas ¬– e o segmento contábil compõe importante parcela da clientela da empresa.
“Para a área de contabilidade, principalmente devido à convergência digital, os contabilistas têm de estar atualizados, inclusive em nível internacional”, observa Cristina. “Nosso contato com a clientela é permanente. Devido às constantes mudanças da legislação, que às vezes são semanais, temos de estar conectados em tempo integral.” Para isso, as redes são importantes. "Mas também utilizamos canais de comunicação tradicionais, como e-mail, para manter clientes informados sobre conteúdos relevantes”, acrescenta a gerente.
Atualização 
A JCBR Consultoria e Assessoria Empresarial, sediada em Brasília, é cliente da Nasajon há 24 anos. “Sem as ferramentas disponibilizadas pela Nasajon, o escritório não anda. Elas são responsáveis por 60% do nosso trabalho”, afirma Joaquim Carlos Rabelo, diretor da JCBR.
“Hoje em dia, o contador não consegue acompanhar as atualizações da legislação. Teríamos de ter um advogado tributarista só para isso”, justifica. Joaquim conta que também capta clientes pelo site, a exemplo da fornecedora de softwares.
“Investir em tecnologia é muito importante para todas as empresas. Hoje, com R$ 15 mil se informatiza bem um escritório. Há quinze anos, era caro, hoje não”, diz o contabilista e empresário. As redes sociais facilitam o contato e atualizações dos softwares desenvolvidos pela Nasajon, que são baixados automaticamente para os computadores da empresa, explica Joaquim.

Atenção às sutilezas

Atenção às sutilezas

por Mônica Pupo
Pequenos gestos e atitudes podem garantir o diferencial de um negócio e o seu sucesso é o que afirma o consultor empresarial Renato Fonseca Andrade
Foto: Divulgação | Para fazer sucesso no mercado hoje em dia não basta apenas oferecer bons produtos e serviços. Brigar pelo menor preço também já não faz tanto sentido. Afinal, muitas pessoas preferem pagar um pouco mais a perder tempo atrás de ofertas. Além disso, a internet quebrou as fronteiras geográficas do consumo, intensificou a concorrência e revolucionou a comunicação corporativa, sobretudo com a popularização das redes sociais. Com tantas mudanças e novidades em jogo, o perfil do empreendedor também tem se transformado. Mais do que dominar técnicas de gestão, para prosperar no mercado atualmente é preciso dosar sensibilidade, jogo de cintura e poder de observação.
São estes os motivos que levam Renato Fonseca de Andrade a afirmar que, “mais do que nunca, o segredo do sucesso está nas sutilezas”. Consultor empresarial, professor e autor do livro Conexões empreendedoras (Ed. Gente), ele acredita que, na maioria das vezes, são pequenos gestos e atitudes que garantem o diferencial de um negócio. “As empresas devem ser construídas de fora para dentro, e não o contrário, sempre atentas às necessidades e desejos do público, pois é justamente aí que residem as sutilezas e, em consequência, as oportunidades.”
Uma excelente forma de estabelecer contato com o público em busca das tais “sutilezas” é através das mídias sociais. Além de uma excelente ferramenta de relacionamento, sites como Twitter e Facebook – só para citar os mais populares – também são úteis na hora de inovar. “A tecnologia nos trouxe a possibilidade da prática da inovação aberta, que permite contar com a participação de especialistas no mundo inteiro ou clientes e parceiros”, afirma.
Na entrevista a seguir, Andrade fala sobre a importância da conexão e do compartilhamento de ideias no mundo corporativo. Além disso, ele define o perfil do empreendedor nesse contexto “hiperconectado” e aponta os segredos para identificar sutilezas e se sobressair no mercado.
Como pensa e age o chamado “empreendedor consciente”?
Renato Fonseca de Andrade – O empreendedor consciente é aquele que tem clareza sobre a melhor maneira de construir ou desenvolver um futuro negócio. Até porque hoje em dia a questão não é mais ‘como eu abro uma empresa’; a pergunta é: ‘como eu ganho dinheiro com essa empresa?’ E esse profissional sabe exatamente o que fazer para gerar lucro e prosperar. São pessoas que se diferenciam por dominar todas as sutilezas que envolvem o ramo de atividade no qual pretendem ingressar.
O que são essas sutilezas?
Renato Fonseca – Cada vez mais os produtos tornam-se commodities; portanto, estar atento às sutilezas é cada vez mais importante em qualquer ramo de atuação. Cada ramo de atividade, segmento e região tem suas características distintas e específicas em relação ao público-alvo do produto ou serviço em questão. Mas, de modo geral, trata-se de trabalhar outros valores e serviços que o cliente valoriza, e não somente brigar pelo menor preço, o que requer uma certa dose de sensibilidade por parte do empreendedor.
Como é possível identificar essas sutilezas e se destacar no mercado?
Renato Fonseca – Para quem está iniciando no mundo dos negócios, recomendo fazer uma imersão no segmento que se pretende atuar. Quando falo em imersão, não significa simplesmente fazer uma pesquisa, mas sim uma vivência cotidiana junto a fornecedores, clientes e pessoas que trabalham na área. É importante também observar atentamente a localidade e conversar com futuros clientes. Tudo isso ajuda a perceber as sutilezas do mercado. Vamos supor, no caso de uma mecânica de automóveis, a entrega do veículo no prazo correto, por exemplo: é uma sutileza que pode ser extremamente valorizada por determinado público. Isso também funciona para as empresas imobiliárias. São pequenas atitudes que fortalecem demais a marca e diferenciam a empresa no mercado.
Qual a diferença entre ideia, oportunidade e viabilidade?
Renato Fonseca – São termos muito específicos, diferentes entre si e que se referem a etapas distintas da implementação de um projeto empreendedor. Uma oportunidade existe quando identificamos o desejo ou a necessidade de alguém pelo produto ou serviço que pretendemos oferecer. Até aí tudo se resume a uma ideia. É por isso que insisto para que as empresas sejam construídas de fora para dentro, procurando sempre entender o público. A oportunidade surge a partir do momento em que começamos a identificar as sutilezas do mercado e do público-alvo. Só que até então isso não quer dizer muita coisa, já que a ideia e a oportunidade podem ser inviáveis, invalidando o projeto. Por isso a análise de viabilidade é fundamental. Eu posso, por exemplo, não ter a tecnologia adequada na localidade, ou não dispor de recursos financeiros suficientes, ou não ter acesso às matérias-primas, etc.
Em sua obra você afirma que os avanços tecnológicos do século 21 colocaram em xeque o perfil do “antigo empreendedor”. O que mudou?
Renato Fonseca – Costumo utilizar a metáfora do “antigo” e “novo”, mas vale lembrar que isso não tem absolutamente nada a ver com idade. Trata-se de uma questão de mentalidade, de se manter aberto às novas oportunidades que estão surgindo, principalmente com o advento da internet 2.0 e das mídias sociais. O empreendedor “novo” tem uma mentalidade muito ligada à conexão. São pessoas com grande capacidade de utilizar os meios digitais que temos à disposição para fazer conexões. Eles interagem com o público a partir de outra perspectiva, dividindo tanto as coisas boas como os momentos difíceis. O “antigo” empreendedor segue a lógica do “megafone”, ou seja, apenas fala – não escuta – e constrói a empresa de dentro para fora. Se minha empresa vai lançar um produto novo, por exemplo, eu já posso colocar isso no Facebook, ou pedir a opinião dos meus seguidores no Twitter.
Se a ordem é compartilhar, como fica o sigilo comum à fase de desenvolvimento de novos projetos?
Renato Fonseca – Essa é uma questão muito polêmica. É claro que é preciso avaliar caso a caso, mas, de modo geral, a princípio eu aposto no compartilhamento da ideia. É preciso perder o medo de que roubem a ideia. Até porque isso é quase inevitável, pois quando você lançar o produto, a concorrência terá acesso da mesma forma, e daí a poucos dias ou semanas pode lançar um produto similar. Sendo assim, você tem mais benefício do que prejuízo ao compartilhar uma ideia. O benefício da interação e do pioneirismo em interagir com o público, aperfeiçoando e aprendendo, isso tudo supera o risco da concorrência ter acesso às informações do lançamento. É muito melhor investir em um produto que o próprio cliente ajudou a construir do que em um projetado unicamente por engenheiros e executivos.
Como estabelecer relacionamentos interpessoais de qualidade no mundo corporativo?
Renato Fonseca – Existem algumas regras de ouro dos relacionamentos. E a primeira delas é ter uma atitude de doação. Quem constrói redes confiáveis são pessoas que adotam a postura de contribuir com um determinado grupo de pessoa. Quando falo doação, trata-se muitas vezes de estratégias simples, como dar um conselho, uma atenção, conversar, atender um telefonema, ou seja, perceber que o outro está com uma necessidade. São gestos desse tipo que criam confiança e reciprocidade. Até porque não adianta nada ter mil contatos numa rede social se na hora em que eu preciso não há ninguém realmente confiável que eu possa contar. A tendência é ficarmos presos à nossa rede mais próxima. Mas a ideia é ultrapassar esses limites e partir para conexões com outras redes em busca de acesso a coisas diferentes, mas sempre com a atitude de doação, não de aproveitamento ou oportunismo.
Quais são os erros mais comuns que as empresas cometem nas mídias sociais?
Renato Fonseca – Um dos principais erros cometidos pelas empresas é utilizar as redes sociais como forma de autopromoção pura e simples, ou seja, insistem em falar somente sobre a área de atuação da companhia, os produtos e serviços que oferecem, os prêmios e resultados que atingiram, etc. Muitas empresas ainda confundem autopromoção com a comunicação que o cliente espera encontrar nessas ferramentas digitais. O segredo, antes de tudo, é estabelecer diálogo nas mídias sociais. O Twitter, por exemplo, deve ser gerador de conteúdo, orientação e ajuda para os seguidores, e não funcionar simplesmente como um canal de vendas, embora iniciativas neste sentido também sejam válidas. Outro erro muito comum é criar um blog ou um perfil no Facebook durante uma determinada ação e abandoná-lo depois. Por este motivo, é cada vez mais necessário que as empresas criem departamentos ou cargos específicos para administrar as redes sociais. Ou, no mínimo, que invistam numa política de comunicação.
Quais redes sociais são fundamentais para uma empresa hoje?
Renato Fonseca
 – Observamos um crescimento exponencial do Twitter, que tem se mostrado um excelente canal de comunicação corporativa. O Facebook também está adquirindo uma grande popularidade no Brasil, atraindo empresas de diferentes portes e ramos de atuação. O blog não pode ser deixado de lado, pois é uma ferramenta maravilhosa para promover a comunicação empresa-cliente.
Qual o segredo para ganhar dinheiro com as mídias sociais?
Renato Fonseca
 – O primeiro passo é entender como funciona a comunicação no mundo um-a-um. Não é simplesmente entrar na rede social, achar que vai vender produto e pronto. Esse pode até ser um dos objetivos, mas não deve estar em primeiro lugar. O ponto é: como eu interajo com as pessoas que enfrentam a necessidade que me proponho a solucionar? É preciso ainda entender como funciona o ambiente das redes sociais e de que forma as empresas se comunicam com o mercado.
Como será o futuro das empresas com a evolução das mídias sociais?
Renato Fonseca
 – A conexão é o caminho inevitável. Estaremos cada vez mais próximos das empresas e vice-versa. Será uma realidade sem fronteiras, onde não haverá sequer a fronteira do balcão. A empresa do futuro certamente será hiperconectada. E o marketing, de modo geral, será revolucionado. A pesquisa de mercado, por exemplo, deverá ser repensada, uma vez que será possível acompanhar o público on-line e em tempo real.
Linha direta:
Renato Fonseca de Andrade: www.conselheirocriativo.com.br

Cuidados com o Contador

A lei obriga todas as empresas ter no minimo um contador, saber escolher é o principal fato no inicio e durante a vida da empresa. É importante ficar sabendo que ela pode arruinar uma empresa, por este motivo é primordial além de ter boas referencias, consultar o conselho regional dos contadores www.cfc.org.br, ter um contrato de prestação de serviços descrito todas as responsabilidades do contador, além dos valores cobrados e de possíveis multas por atraso de entrega de declarações ou processos trabalhista por erro da contabilidade.

Eu já tive grandes dores de cabeça com escritórios de contabilidade, a pior foi pelo atraso na abertura da empresa, esta que a contabilidade ficou com a papelada parada por 20dias, por este motivo eu te sugiro que sempre peça a entrega dos numeros dos protocolos das consultas de viabilidade e da entrada do DBE. Hoje uma empresa é aberta em media de 10 dias no máximo, mas muitos contadores ainda não tem domínio ou boa vontade e acaba pedindo um prazo maior. (vale lembrar que indústrias e empresas se alguns setores tem a demora para retirar o alvara e pelas licenças ambientais, mas o CNPJ sai normalmente) Por esse motivo hoje eu trabalho com grandes escritórios de contabilidade, o valor pago é um pouco mais caro, mas não temos dores de cabeça e um serviço muito maior. Vale lembrar que neste período pagamos aluguel normalmente, por este motivo antes de assinar o contrato de locação, peça que o seu contator, ja escolhido, faça uma pesquisa previa na junta comercial.

Por Rafael Santos